Plataforma de informação e discussão democrática acerca de questões sociais, culturais e políticas, respeitantes aos palhacenses & CA ( aos níveis local, regional, nacional e internacional, numa era repleta de desafios). Proposta: uma sociedade civil mais desperta para os seus direitos e deveres; uma vila mais solidária e dinâmica. Mail: palhacacivica@gmail.com (pedir senha para aceder)
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA VII
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
SMS PALHAÇA 12 JANEIRO
VAI ACONTECER | A ADREP, que iniciou a comemoração do seu 35º aniversário em Dezembro de 2011, conclui esta celebração no próximo domingo, 15 de Janeiro às 12h00, inaugurando a sede e o salão, remodelado, com a presença do Secretário de Estado e do Desporto e Juventude, Miguel Mestre.
domingo, 8 de janeiro de 2012
DOMINGO DE REIS
Este domingo, 8 de Janeiro de 2012, a Palhaça viveu o Tradicional Cortejo dos Reis Magos. Uma organização conjunta, Conselho Económico da Paróquia da Palhaça e ADREP, que como de costume começou na Rotunda do Arieiro e terminou no Largo das Escolas com o leilão das ofertas."Na linha do teatro religioso medieval, representado pelo povo e para o povo, no cenário da natureza, ao ar livre, versa sobre os acontecimentos da vida do Salvador, relacionados com o seu nascimento (Natal)".
sábado, 19 de novembro de 2011
NUMA PARÓQUIA PERTO DE SI A 25 DE MARÇO DE 2012
Na freguesia da Palhaça, ao longo dos próximos cinco meses, vai ser desenvolvido um projecto paroquial que irá culminar, no próximo ano, na encenação da “Paixão de Cristo” a 25 de Março.
No primeiro encontro de apresentação do projecto, que contou com a participação de mais de 40 pessoas, no dia 12 de Novembro, foram apresentadas as grandes linhas estratégicas bem como o cronograma do desafio. A ideia da encenação, de um dos mais importantes episódios da vida de Cristo, nasceu num grupo de catequese da paróquia.
+ informações | Rosa Maria Catarina Pereira, Padre José Augusto
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
HÁ LENDAS & LUZES NA PRAÇA DO MOUVA+NOITE 2011
A lista de produtos é garantida pelos vendedores – não profissionais, como dita o regulamento - inscritos nesta iniciativa gratuitamente. No bar, os visitantes poderão pedir um café, um bolo de chocolate ou sumo fresco para «deleite veraneante e troca de palavras, sorrisos e ideias.
MOUVA-SE PELA PRAÇA CONNOSCO. ELA É NOSSA E FICA CHEIA DE GRAÇA COM GENTE LÁ DENTRO. CABEMOS MUITOS & CONTAMOS COM TODOS.
Ainda se aceitam inscrições para VENDEDORES, por email ou no próprio dia.
+ INFORMAÇÕES | 918153609 palhacacivica@gmail.com
terça-feira, 28 de junho de 2011
Domingo há MOUVA
E ainda está no sofá?
É a última edição diurna do MOUVA – Mercado de Objectos Usados, Víveres e Artesanato deste ano. Este domingo, dia 3, na Praça de São Pedro, na Palhaça, uma das alternativas à praia passa por um mercado de materiais diversos, lazer e música a condizer, ginástica e alusões ao Dia Nacional do Vinho. Um evento para todas as gerações.
A organização do MOUVA, «uma trupe de jovens que tem como mote dinamizar culturalmente um espaço público central da Palhaça, contribuindo com soluções criativas para tempos de crise, como o comércio sustentável» adianta o que se pode comprar nesta feira amiga dos bolsos e da reutilização: Legumes e frutos da horta, ervas aromáticas, bijutaria artesanal, material decorativo, malas e chinelos em trapilho, livros, filmes e álbuns de música usados, roupa em segunda mão, bugigangas, jogos infantis, entre outros artigos.
A lista de produtos é garantida pelos vendedores – não profissionais, como dita o regulamento – inscritos nesta iniciativa gratuitamente. No bar, os visitantes poderão pedir um café, um bolo de chocolate ou sumo fresco para «deleite veraneante e troca de palavras, sorrisos e ideias».
O cardápio do MOUVA, «mais-que-um-mercado» na boca da organização, contempla ainda actividades culturais e desportivas: uma sessão de ginástica e uma arruada do Grupo de Bombos da ADREP a meio da manhã, actividades para a miudagem perto do meio-dia (A Hora do Conto e Canções que Movem e Comovem à guitarra) e jogos como matraquilhos, cartas e palavras cruzadas durante todo o dia.
Para o início da tarde está agendado o programa Ensaio Geral, com a presença de alunos de Academia de Vagos, sob a direcção artística do professor António Fardilha, que interpretarão peças de estilo clássico e ligeiro, um espectáculo antecedido por um mini-concerto de música pop, a piano e voz, pelas irmãs Gisela e Mariana Fardilha.
No Dia Nacional do Vinho, a organização do evento promete ainda aludir à efeméride «sem elegias nem diabolizações do suco do Deus Baco, com alguns projectos didácticos e divertidos em torno do tema, colocados à mesa, mas também em sítios insuspeitos». Nas colunas da praça, tanto se poderá ouvir «Vinho do Porto», de Carlos Paião, e «Lilac Wine», de Nina Simone, como alguma música pop/rock, soul/funk e músicas do mundo.
E que tal, em vez de uma pintura a óleo ou a tinta-da-china, experimentar uma pintura a vinho? Por que não descobrir quais e quantas regiões vitivinícolas existem em Portugal? «Troque estas perguntas por experiências no MOUVA, este domingo», apela a organização aos visitantes.
Uma edição especial deste certame está a ser preparada para dia 17 de Setembro. Será a segunda edição do MOUVA+Noite, uma versão mais alargada do evento, que explorará as potencialidades da noite e investirá mais na animação de rua e no audiovisual do que nas edições anterioressábado, 21 de maio de 2011
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA VI
Um poema para este Maio, antecipando o verão.
"O meu país sabe a amoras bravas no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce de quem acorda cedo,
para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez nem goste dele
Mas quando um amigo me traz amoras bravas
os seus mros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul."
Eugénio de Andrade, O outro nome da terra


segunda-feira, 25 de abril de 2011
Fragmentos de Abril

Deixo que a palavra
tão incerta
teça
a liberdade a meio
deste Abril
para que a memória em Portugal não esqueça
tomando da flor
o cravo na matriz
teimando que a paixão
a tudo vença
dizendo não àquilo
que não quis
(Maria Teresa Horta)

"A tristeza da normalização democrática não são as eleições e os partidos, essa foi uma das razões dos cravos. A tristeza é que a sua imposição se fez expropriando a festa, a democracia que nascia nas ruas, nos empregos e dentro de cada família, dos seus direitos.
A tristeza da normalização não é a da vida ter mudado e termos chegado à sociedade de consumo. A tristeza é que a sua imposição se fez acentuando as raízes da desigualdade, coisificando as relações humanas, quebrando generosidade. A tristeza da nossa democracia é a dos seus limites e vulgaridades. Dito isto, não há razões para tristezas. O que se viveu valeu a pena. E o que vivemos é todo um programa de exigência. Democracia sem fim é o que aprendemos com Abril. Lá chegaremos, mesmo que hoje não saibamos como".
(Miguel Portas)
Falo-te de Abril
companheiro
deste mês em que as palavras
se enlaçaram de gestos
e transformaram a vida
em mais que esperança
falo-te da luta
companheiro
desta luta agora
dia a dia
e do trabalho e do suor
e dos campos que de ti floriram
falo-te companheiro
deste mês Abril
e da tua força
em que não há enganos
(leonor santa-rita)
terça-feira, 5 de abril de 2011
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA V
sábado, 19 de março de 2011
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA IV

domingo, 13 de março de 2011
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA III
Como o VERDE musgo que a velhice pinta nas paredes de casa da avó ou a ciclovia TERRA novinha, acabadinha de pintar e inaugurar, que fica por (ab)usar.
A parede LILÁS, da esquina, da casa onde um cão vive e ladra sempre que passamos e a fonte onde tanques de água limpida aguardam bacias carregadas de roupa, que podem demorar, entretendo-se com os barcos ARCO-IRIS dos meninos que gostam de água fresca.

quinta-feira, 10 de março de 2011
UM PALHACENSE EM ISRAEL, UM PORTUGUÊS NO MUNDO
quarta-feira, 9 de março de 2011
LIMPAR A NOSSA TERRA É LIMPAR PORTUGAL
JUNTE-SE AO GRUPO DA PALHAÇA. APROVEITE PARA CONHECER MELHOR A SUA TERRA. VAMOS AGIR, SENSIBILIZAR E EDUCAR OS NOSSOS FILHOS PARA VALORES COMO O CIVISMO E O RESPEITO PELO AMBIENTE .
sexta-feira, 4 de março de 2011
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA II
quarta-feira, 2 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Protesto Construtivo
PROTESTO APARTIDÁRIO, LAICO E PACÍFICO.
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal. Protestamos:
- Pelo direito ao emprego! Pelo direito à educação!
- Pela... melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade!
- Pelo reconhecimento das qualificações, competência e experiência, espelhado em salários e contratos dignos!
Porque não queremos ser todos obrigados a emigrar, arrastando o país para uma maior crise económica e social!
Manifesto
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza - políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.
PEDIMOS QUE TRAGAM UMA FOLHA A4 COM O VOSSO MOTIVO PARA ESTAREM PRESENTES E UMA PROPOSTA DE SOLUÇÃO.
AS FOLHAS SERÃO RECOLHIDAS E ENTREGUES NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
Este protesto pretende ser uma plataforma aberta para promover o debate cívico sobre o problema da precariedade em Portugal. Para sermos abertos a todos, independentemente das convicções pessoais de cada um, o movimento dissocia-se de quaisquer reivindicações que não as presentes no Manifesto, o único documento associado ao nosso Protesto. Apelamos a todos os cidadãos que se revejam no espírito do manifesto a juntarem-se a nós.
Solicita-se a quem esteja a planear ou a organizar um protesto similar que nos contacte. Estamos a centrar algumas informações, de maneira a simplificar os processos e para evitar confusões.
Fonte: http://geracaoenrascada.wo
Contactos:
geracaoarasca@gmail.com
geracaoarasca.porto@gmail.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
OLHARES SOBRE A MINHA TERRA
É uma terra que insisto aldeia, porque a prefiro assim,
pequena e rústica como nos vejo.
Um lar a céu aberto, com sala acolhedora,
onde vou redescobrindo detalhes e familiaridade.
Tantas vezes a percorro com alguma nostalgia.

Fotos@Palhaça 2010/2011 Catarina Pereira





















